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E o dia me disse

Uma viagem entalada

Em 2003 eu era uma mulher muito da corajosa e da valente e, sozinha, saí de um busão em SP para seguir rumo a duas localidades que estavam em meu  imaginário já há algum tempo: as Chapadas dos Guimarães (MT) e a Diamantina (BA).

Na era em que eu era essa tal desbravadora de 23 anos, tinha um estilo de vida diferente. Era moça naquela era, poucos boletos para pagar e um horizonte com um luminoso piscando a palavra liberdade, orientando-me onde quer que eu fosse.

Mas este texto não quer falar de como tudo era, mas sobre como tudo é. Na verdade, como tudo foi, há quase 2 meses. Mas não tem jeito de não entrar numa era sem trazer da outra um elemento que faz toda a importância: o Vale do Pati que eu não conheci, deixei pra trás. Afinal, era tão corajosa e valente assim?

Imagine carregar uma vontade dentro de si por tanto tempo, cercada de recursos que te autorizam a qualquer momento fazer o dito feito e não fazer. Que loucura era essa? Era, pois eu fui. Demorou, mas aconteceu.

Hoje eu meu horizonte tem outros luminosos, acesos e apagados, escritos em diversos idiomas que sei ler e não sei. Um deles diz: inove! E inovando convidei minha amiga e sócia Sandra para fazer este roteiro comigo, quatro dias no meio do mato, com algum conforto, alguma segurança, certos desafios e, certamente, muita, mais muita alegria no coração e pouca, pouca coisa na mochila.

Ouça...

Eu sou Renata Oliveira e escrevo o que ouço nos dias por aí

Eu tinha um blog (reruivaah.wordpress.com) desde 2006, mas o WordPress não consegue saber que eu sou eu e não me permite mais acessar o conteúdo após um longo período longe. Por isso resolvi criar este novo (antes era bem mais fácil...), em uma nova fase de (i) maturidade, com mais peso nas bagagens, mais carcaça.

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